terça-feira, 7 de junho de 2011

Ótima pergunta! Se você perguntou isso é porque reconhece que tem inseguranças. Infelizmente nem todo mundo reconhece. As pessoas geralmente culpam outros pelos seus problemas e é por isso que sempre têm uma abundância deles. O primeiro passo para vencer suas inseguranças é reconhecer que as tem.

Uma vez que isso é feito, você tem que lidar com elas da maneira que Deus nos ensinou. Lembra daquele famoso versículo na Bíblia que fala sobre a fé?

"Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos."
Hebreus 11:1

Esse é um dos meus versículos favoritos da Bíblia. Ele basicamente diz que temos que crer independemente do que vemos, pensamos , sentimos ou ouvimos. As suas inseguranças vieram através de um ou mais desses canais. Talvez um dia alguém te disse algo e até hoje você se baseia naquelas palavras. Ou você viu e sentiu coisas no passado que te levaram a várias conclusões a respeito de si mesma. Seja lá qual for a maneira pela qual as suas inseguranças vieram, elas são anuladas quando você usa a sua fé.

Claro que é muito mais fácil falar do que fazer, mas não quer dizer que não possa ser feito. Quando você crê, você se lança – simples assim.

Digamos por exemplo que você tem um problema sério com a sua aparência e você se veste bem simples por causa disso e convence a si mesma e as pessoas ao seu redor de que é porque você não gosta de se preocupar com a maneira como se veste, de que você não é assim. No fundo no fundo, você acha que não consegue, que vai estar tentando cobrir o que nunca poderá ficar melhor do que já é. Como você usa a sua fé para desconsiderar essa idéia?

Você se veste bem mesmo assim. Os pensamentos maus certamente virão e tentarão fazer com que você se sinta uma palhaça, mas tudo o que você precisa fazer é crer.

Quando você usa a sua fé, você usa uma ferramenta que vai além de qualquer tratamento psicológico. Você não precisa pagar mas tem que obedecer e confiar, o que às vezes pode ser doloroso, mas se você fizer isso com bastante frequência, a dor é rapidamente substituída por uma inexplicável alegria.

Uma vez que você começa a sua jornada para vencer as suas inseguranças, você muda. Você muda a maneira como vê as pessoas, como vê o mundo. Você se torna independente e forte, pronta pra qualquer desafio. Quanto mais conquistas pessoais você faz, mas confiante você se torna, até que um dia você olha pra trás e nem consegue reconhecer a pessoa que você era.
segunda-feira, 6 de junho de 2011


O fato de tantas mulheres sofrerem desse problema é a prova de que isso vai muito além do fator psicológico, pois sua raiz é espiritual.

Se uma mulher for insegura, ela:

Não irá gostar de si mesma.
Desconfiará de suas habilidades.
Estará convencida de que será rejeitada pelos outros.
Estará convencida de que nunca irá encontrar um bom marido.
Acreditará que o homem que a tomou como esposa, se arrependeu dessa decisão.
Não assumirá novas responsabilidades ou tarefas por pura questão de medo.
Terá bloqueio mental e emocional para aprender coisas novas (informática, línguas, dirigir etc).
Não será capaz de ver que os outros necessitam de seus cuidados e atenção.
Será extremamente tímida e terá medo de falar com pessoas que ela ainda não conhece ou
Gostará de falar muito e alto para esconder o medo e a rejeição.
Irá se vestir de uma determinada maneira que venha esconder o corpo que não gosta ou
Irá se vestir com roupas provocantes numa tentativa desesperada de chamar a atenção.
Vai tentar agradar a todos para que gostem dela.
Vai falar mal dos outros para que se sinta melhor a respeito de si mesma.
Vai passar muito tempo imaginando o que os outros podem estar dizendo a seu respeito.
Vai agir como se tudo que ela imagina fosse real e assim vai sair por aí machucando as pessoas.
Não terá motivação para cuidar de sua casa ou de seu corpo.
Fará com que sua família sofra porque se sente mal consigo mesma.
Estará constantemente à procura de um subterfúgio para fazê-la feliz: comida, romances, filmes, roupas novas, navegar na internet, sonhar acordada, dormir, conversar, envolver-se com muitos homens, usar drogas, embriagar-se etc.

Se a insegurança dessa mulher não for controlada, irá ferir não somente a ela mesma, mas prejudicar a todos ao seu redor. Ela será a criação perfeita e bela de Deus que se transformou em um instrumento destrutivo e confuso nas mãos do diabo.

O diabo tem muitos desses monstros espalhados sobre a terra hoje, até mesmo dentro de nossas próprias igrejas.

Agora pense em como a mulher de Deus, com a confiança de que Ele nos criou deve ser, olhe para todas as situações acima e tente revertê-as, para que assim possa refletir a imagem de uma verdadeira mulher de Deus.


Evelyn Higginbotham

domingo, 5 de junho de 2011
Mary me falou assim: “Eu quero salvar meu casamento, mas o meu foco agora é os meus filhos.” Eu queria falar para ela que, se é assim, então ela pode dar tchau ao seu casamento. Mas Mary não está pronta para ouvir isso. Um dia ela vai entender — seja por minhas palavras ou quando seu casamento terminar — mas ela acabará vendo o seu erro. Meu trabalho é tentar ajudá-la a perceber que ela não pode resolver o que ela não enfoca.
Você quer fazer sua empresa crescer, mas o seu foco agora é o seu namoro. 

Você quer ser um melhor pai ou mãe, mas o seu foco agora é conseguir uma promoção no trabalho.

Você quer estar mais perto de Deus, mas o seu foco agora é os seus estudos.

Alguém precisa lhe dizer que você provavelmente vai perder o que você não está focando. E que o que você não está focando, não é o que você realmente quer. O que você realmente quer é aquilo que você faz e põe toda sua atenção — não apenas aquilo que você simplesmente deseja ou sonha acordado em ter um dia.

Mary diz não querer que o seu casamento acabe, mas o que ela realmente quer é o bem-estar de suas crianças, no caso ela me quis dizer a educação delas. (Como você vê, Mary está tão confusa que se ela realmente quer o bem-estar de seus filhos, ela deveria começar salvando seu casamento...)

Concentre-se no problema que realmente importa para você agora, aquele que uma vez resolvido, vai lhe dar poder e condições para resolver os demais.

Você não pode resolver o que você não enfoca. 

Alguém tinha que lhe dizer isso.

sábado, 4 de junho de 2011
  • Isolar-se dos outros.
  • Ter medo de se machucar e por causa disso fechar todas as janelas do seu coração.
  • Ter ciúmes dos amigos e da pessoa amada.Achar que eles gostam mais dos outros do que de você.
  • Ter inveja das pessoas. Cobiçar o que elas têm.
  • Falar mal dos outros para se sentir melhor sobre si mesma.
  • Falar sem parar, fazendo de tudo para chamar a atenção, achando que as pessoas vão ignorá-la se simplesmente ficar quieta.
  • Ignorar os outros só para que corram atrás de você.
  • Ter necessidade de receber o cuidado e a atenção das pessoas.
  • Levar muito tempo para fazer algo, com medo que isso vai sair errado.
  • Ter necessidade de ser amada por todos e ao perceber que alguém não gosta de você, fazer o possível e o impossível para que essa pessoa venha a adorá-la.
  • Não confiar em ninguém, sempre achar que alguém vai desapontá-la.
  • Não conseguir elogiar alguém, especialmente outras mulheres. Fato que geralmente acontece, porque você não quer que elas tenham o privilégio de sentir, aquilo que você não sente sobre si mesma.
  • Guardar rancores.
  • Estar tão voltada ao passado que se sente vulnerável no presente.
  • Ser desorganizada com o seu tempo.
  • Perder o foco no que é importante e se deixar distrair por coisas sem importância.
  • Não terminar o que começa.
  • Não fazer o que diz que vai fazer, e assim não cumprir com a sua promessas.
  • Ser infiel.
  • Mentir.
  • Fingir ser o que não é, especialmente com algumas pessoas.
  • Sofrer de baixa auto estima.
  • Ser tímida.
  • Ter medo de fazer até mesmo as coisas mais simples da vida, como dirigir em uma estrada ou ir a algum lugar novo sozinha.
  • Depender dos outros o tempo todo.
  • Não se sentir capaz de aprender algo novo.
  • Não gostar da sua aparência.
  • Se comparar com os outros.
  • Se pôr para baixo em todos os sentidos, especialmente pela forma como fala de si mesma.
  • Se vestir de uma maneira que não valoriza o seu corpo. Não usar saia ou vestido, por achar que não fica bem em roupas feminas.
  • Desprezar as mulheres bonitas.
  • Odiar os homens.
  • Sempre esperar pelo pior das pessoas.
  • Sempre interpretar errado o que os outros dizem ou fazem.
  • Não assumir riscos.
  • Não tomar iniciativas.
  • Ser uma pessoa cheia de dúvidas.
E a lista continua...
sexta-feira, 3 de junho de 2011

Siga esta ordem:

1. Tenha Deus em primeiro plano na sua vida. Sem Ele, é impossível ser feliz com outra pessoa. A verdade é que as pessoas não podem ser felizes com os outros, se não estão felizes com elas mesmas. E elas só podem ser felizes com elas mesmas, se Deus está no controle de suas vidas.


2. Pare de se concentrar em suas próprias necessidades e concentre-se mais nas dos outros. Uma vez que Deus está em primeiro plano em sua vida, isso acaba acontecendo naturalmente. Vários problemas de relacionamento nascem do egoísmo, remover isso da sua relação faz uma grande diferença. No entanto, isso também significa que você terá que sacrificar a sua vontade, a fim de fazer a de outras pessoas.


3. Seja prudente em seu discurso. As palavras são, muitas vezes, a principal razão pela qual uma relação se deteriora. Uma mãe sábia sabe exatamente quando e como falar com seu filho. Esse mesmo princípio se aplica a uma esposa sábia ao lidar com o seu marido.


4. Seja afetuosa. Hoje em dia, isso é quase inexistente, por isso, não é de se admirar o quão raro é, encontrar bons relacionamentos atualmente. Seja afetuosa, demonstre a sua afeição à pessoa amada diariamente, isso nunca é demais.


5. Não seja dependente dessa relação. Obsessão é algo bastante prejudicial aos relacionamentos. Certifique-se de que seu coração está voltado a Deus, pois, no caso de acontecer algo que venha comprometer o relacionamento, seu coração ainda estará a salvo e em boas mãos.


quarta-feira, 1 de junho de 2011
Às vezes, nem eu sinto vontade de orar — e eu sou um bispo. É normal. O ser humano é muito inconstante. Um dia você sente que pode conquistar o mundo. No dia seguinte, você nem quer estar no mundo.

Sentimentos. Se vivermos por eles, estamos perdidos.

Graças a Deus há uma alternativa: Fazer o que temos que fazer, e não o que sentimos vontade de fazer.

Quando não sinto vontade orar, o que faço é o seguinte: oro assim mesmo! E observo que, assim como muitas coisas na vida, uma vez que você começa a fazer algo, o sentimento vem em seguida. Moção precede emoção. Às vezes eu não sinto vontade de comer. Mas quando começo, quero comer mais ... Tive que começar a escrever este blog antes de sentir vontade de escrever. Eu odeio escrever. Mas adoro ter escrito.

Creio que você já pegou a ideia.

O principal é ter bem resolvido em sua cabeça que você absolutamente PRECISA orar. Não é uma opção. Claro que para muita gente é uma opção (porque eles não sabem o que estão perdendo), mas não para você. As consequências seriam muito piores do que o pequeno esforço que você faz para orar.

Talvez você não tem falado com Deus ultimamente. Não tem sentido vontade. Sem problema. Você está sozinho aí agora? Pode ir a algum lugar privado? Então pare de ler isso e faça uma oração. Dois minutos ou vinte — não importa. Diga o que você tem a dizer e pronto.

Depois volte aqui, e adicione seus comentários sobre como você se sentiu depois de fazer isso.

Vai. Agora! Ainda está aí?



O telefone tocou logo cedo naquele sábado. "Quem poderia ser a essa hora?" pensou ele enquanto buscava o telefone em sua mesinha de cabeceira. O telefone cai no chão e Carl perde a ligação. Ele não se preocupa, checa no relógio que ainda são 5h27e volta a dormir.

Lynn pensou em deixar uma mensagem, mas ficou em silêncio até que o correio de voz começou a gravar sua respiração pesada... "Carl... oi, sou eu... Só estou ligando para dizer que gostaria de dar uma passadinha em casa mais tarde para apanhar umas coisas, tudo bem? Te ligo mais tarde... Tchau!"

Dona Thomas havia sido uma boa amiga e dera a Lynn algo que ela havia perdido há muito tempo: uma dose de esperança. Lynn se lembrava de cada palavra que a amiga lhe dissera enquanto tomavam café.

"Compreendo o quanto a senhora quer acertar seu passado, mas será que realmente vale a pena perder seu futuro por causa disso?” perguntou dona Thomas a Lynn.

"Sim, tenho pensado nisso. O fato é que Carl parece não se importar. Ele quer que eu finja que meu passado nunca existiu, mas como posso fazer isso? Sou o que sou por causa desse passado! Além disso, nos distanciamos ao longo dos anos. Ele sempre tão ocupado com o trabalho e eu apenas ... bem, não sei... não sei o por que... Na verdade, parei de dar a ele a devida atenção que uma esposa deve ter com o marido. Estava sempre tão irritada, tão amargurada... Me odiava quando estava ao lado dele! Por isso pensei que seria melhor para ele e a Lizzy se eu não estivesse mais presente em suas vidas". Lynn, fez uma pausa, olhou para a sua xícara de café e continuou: “Acho que funcionou, Lizzy parecia mais feliz hoje."

“A senhora está muito enganada, Lizzy era uma garotinha muito mais feliz. Desde que a senhora partiu ela vem tendo dificuldades nas tarefas escolares e, além disso, está sempre mal humorada e praticamente perdeu todos os amigos.”

"Mas ela vai superar isso em breve, ainda mais agora que Anna está me substituindo."

“Anna? Que Anna?", perguntou dona Thomas admirada.

"A secretário de Carl. Você não a viu entrando hoje na escola para apanhar Lizzy?"

“Ah, pensei que fosse apenas a secretária... Pelo menos é assim que ele se refere a ela.Tem certeza de que Anna é mesmo sua substituta?”

"Não, mas posso vê-los juntos. Por alguma razão, algo me diz que Carl não está mais esperando por mim, e ele está certo, pois eu mesma lhe disse para tocar a vida."

"Obviamente a senhora não quis dizer isso." dona Thomas franziu o cenho.

"Quis sim."

"Não, não acredito. Olhe Marilynn - posso chamá-la pelo seu primeiro nome?”

"Claro, me chame de Lynn."

"Veja Lynn, você está sendo enganada pelo seu próprio coração, dizendo coisas a si mesma que são diferentes daquilo que sente de verdade. Se você não se preocupasse mais com seu marido, nem sequer se incomodaria em falar sobre isso."

"Talvez, mas assim não é melhor para todos?"

"Não, não é! Você precisa ser realista! Seja honesta consigo mesma e pense, apenas raciocine. Você realmente quer entregar sua família de mão beijada para outra mulher?”

"Bem... Não, na verdade não, mas se isso é o melhor para eles, então devo fazê-lo."

"Eles precisam de você, Lynn.”

Lynn não conseguia parar de pensar nessa conversa. Embora não soubesse como solucionar a situação. Ela não só os tinha deixado, como também havia sido infiel a Carl na primeira noite em que havia partido. Além disso, ele mudou, como ela poderia simplesmente aparecer agora e fingir que tudo era diferente, quando na verdade não era? Ela ainda sofria por causa do passado e, provavelmente, faria Carl sofrer também, exatamente como antes.

Ela queria voltar e se refugiar naquela vida dupla, mesmo sendo a vida que passou a odiar. Mesmo assim, às vezes tinha o desejo de dar "uma última despedida" naquela vida. A história de "passar para apanhar umas coisas" era, na verdade, apenas uma forma de poder vê-los novamente.
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