sexta-feira, 6 de maio de 2011

Continuação de ontem...

Filipe tinha passado por uma série de experiências traumáticas quando era bebê, a maioria das quais eu desconhecia. Aos 3 anos, ele já era um menino nervoso. Ele me odiou logo na primeira vez que nos conhecemos. Filipe não olhava nos meus olhos, não falava comigo, na verdade, ele até parava de falar assim que me via chegar. Isso me deixava muito triste. Eu não esperava que ele fosse me associar à sua mãe biológica, mas ele o fez.

No entanto, no prazo de um mês, depois de muita oração e amor, ele começou a mudar. Passou a desenvolver alguns sentimentos por mim, apesar dos mesmos serem daquele “tipo suspeito”. Cada novo amigo meu que ele encontrava, se apegava  com facilidade e se esquecia de mim completamente. Ele queria ficar no colo dos meus amigos e não no meu. Ele falava com eles e não comigo. Ele se comportava como se fosse filho deles e não meu. Toda vez que isso acontecia, eu morria um pouquinho por dentro. Chorava todos os dias por causa disso.

Neste momento da minha vida, entrei em um verdadeiro deserto. Meu marido estava muito ocupado na igreja e meus amigos e parentes não me entendiam. Eles pensavam que Filipe era o filho perfeito: carinhoso, engraçado, inteligente, mas o que eles não sabiam é que ele era assim somente com eles.

Eu quis tanto ser mãe e agora estava começando a achar que não tinha aptidão para isso. Não tinha o amor do meu filho. Me lembro de um dia em que estava orando novamente pela mesma situação com o Filipe e ouvi a voz de Deus dizer claramente: "Olha, é exatamente assim que Eu me sinto".

Deus também passa por esse tipo de rejeição todos os dias - não só por um filho, mas por bilhões - e ainda assim não desiste deles. Então, por que eu deveria? Eu ia conseguir, eu podia conquistar o amor do meu filho e torná-lo o homem de Deus que eu tinha fé que ele seria um dia.

E assim, fiz uma lista de todas as características que eu queria que ele adquirisse, apresentei-as a Deus e cri.

Continuação na próxima quinta.

quinta-feira, 5 de maio de 2011


Não foi nada do que eu esperava.

Quando comecei a crescer planejava ser mãe algum dia. Meus filhos, um menino e uma menina, iriam se parecer comigo e com meu futuro marido. Eles seriam perfeitos, não como as outras crianças que choravam o tempo todo ou aquelas que davam muito trabalho aos seus pais. Eu os via em minha mente e sonhava com eles algumas vezes.

Em seguida, me casei e as coisas mudaram. Eventualmente, porque eu já os amava tanto, decidi não tê-los. Percebi que não importava o quanto eu tentasse dar-lhes o melhor, eles continuariam expostos a um mundo corrupto, que poderia facilmente colocar tudo a perder. Comecei a observar as crianças e o quanto elas mudaram de quando eu era criança. Elas já sabiam mais do que eu sabia na minha época e a respeito de coisas que não deveriam. Estavam mais indiferentes às coisas divinas e mais em sintonia com as más. Levei um susto quando comecei a ver isso dentro da igreja.

Pais perfeitos se tornaram vítimas de crianças que se tornaram rebeldes, nervosas e distantes de tudo de bom que eles haviam lhes ensinado durante toda as suas vidas. Eu culpava o mundo e percebi que seria egoísta ao trazer crianças para um mundo como esse. Então, decidi ter um tipo diferente de crianças: as espirituais.

No começo pensei que não iria conseguir ter com elas o que teria com meus próprios filhos. Achei que nunca iria apreciar o vínculo que uma mãe e uma filha têm. E, por algum tempo, foi o que aconteceu. Eu era muito jovem, muito inexperiente, ingênua demais, mas pedi a Deus para me mudar.

E assim Ele o fez. Tive que passar por algumas dificuldades, mas nada que eu não pudesse suportar. Comecei a ver os resultados da minha oração. Algumas jovens e esposas de pastores foram humildes o bastante para me ouvir e me ver como a mãe espiritual delas. Eu estava tão feliz ... Sempre encontravámos maneiras de passar um tempo juntas, eu lhes ensinava o que Deus havia me ensinado e elas se sentiam felizes de aplicar isso em suas vidas.

Mas, logo depois disso, abracei um novo desafio em minha vida: Filipe, de 3 anos, um menino bonito de um orfanato. Ele era a criança mais linda que eu já havia visto na vida. Vi sua foto e ouviu um pouco sobre sua história e, em poucos meses, ele nos foi dado em custódia. Tive que pressionar o "botão de pausa" em meus filhos espirituais para concentrar todo o meu tempo e energia no pequeno que Deus havia dado a mim, pessoalmente.

Continuação amanhã.
quarta-feira, 4 de maio de 2011

Continuação da última quarta-feira ...


Lynn disse a seu chefe que tinha uma consulta importante com seu médico na sexta-feira, mas essa era mais uma mentira que ela tinha que contar. Desde que ela tinha saído da presença de Carl, era como se tivesse se transformado em uma má pessoa em todos os sentidos. Mentir era o seu novo hábito ultimamente, e ela se sentiu mal por isso. Lynn fez a mala na noite anterior e saiu mais cedo para pegar o primeiro vôo para Atlanta, não por Carl, não para voltar para onde ela deveria estar, mas para poder dar uma olhadinha em Lizzy, de muito longe, em um canto escondido em algum lugar na escola, ela ia ver a filha novamente, mesmo que apenas por alguns minutos.


A tarifa aérea era muito cara. Lynn não teria dinheiro suficiente para pagar a passagem de volta... ai que vida! Talvez Josh pudesse ajudá-la mais uma vez, Afinal de contas, ele devia isso a ela por todos os momentos maçantes que teve que passar ao lado dele.


"Oi Josh, desculpe te ligar assim tão cedo, você pode falar?"


'Hey Lynn, que horas são?'


"São 6:00 horas. Desculpa, mas eu realmente preciso de você... "


'O que está acontecendo Lynn?'



"Minha tia teve um ataque cardíaco na noite passada e eu preciso ir vê-la, mas eu não tenho dinheiro suficiente para pagar uma passagem de volta... Eu gostaria de saber se você pode me emprestar algum dinheiro... "


"Claro, sem problemas. Sinto muito por isso. Sua tia está bem?'


"Eu não sei, a última vez que falei com o meu tio, ela estava se recuperando, mas nunca se sabe ...' Mentirosa, mentirosa, mentirosa,' era tudo que ela conseguia ouvir sua consciência dizer.


'Onde posso encontrá-la?'


"Bem, eu já estou no aeroporto... Se você não se importa, pode pagar o bilhete por telefone, e aí eu lhe devolvo o dinheiro até o final do mês... "


"Não tem problema, vou pegar minha carteira."


E foi assim que a coisa aconteceu. Lynn conseguiu o que queria, usando o amor do pobre rapaz por ela. "De qualquer forma vou devolver o dinheiro dele", pensou ...


Lynn chegou em Atlanta, e para ela tudo parecia igual. O céu, os edifícios e os jardins continuavam bonitos, mas vazios. Ela pegou um táxi no aeroporto e foi direto para a pré escola de Lizzy. A mesma estava localizada a uma hora do aeroporto, mas como ela não chegou a usar o dinheiro para a passagem de avião, poderia, nesse momento, se dar ao luxo de pegar um taxi. Lynn descansou um pouco para que o motorista não lhe fizesse muitas perguntas.


'Chegamos senhora.' O taxista a acordou.


"Oh, obrigada.” Ela o pagou e saiu. Havia alguns pais das crianças lá, não muitos, ainda havia 30 minutos até que a campainha tocasse. Lynn tinha se afastado de todos, estava atrás das árvores, um local pouco visível para qualquer pessoa vê-la. Assim que encontrou o lugar perfeito, alguém chamou pelo seu nome ...


Continuação na próxima semana

terça-feira, 3 de maio de 2011
Acho que um dos comportamentos mais modernos hoje em dia é ser desorganizado, não ter tempo para quase nada e, ainda por cima, gastar o pouco tempo que tem fazendo menos do que deveria.

Muitas de nós nos acostumamos à idéia de que não há problema em perder o controle do nosso tempo. Também não há problema em nos atrasarmos e dificilmente conseguirmos completar a nossa lista de afazeres. É interessante que sempre arranjamos tempo para fazer coisas que não nos permitimos passar sem... Conversar com as amigas é um exemplo popular que ilustra bem isso. Podemos conversar durante horas e, em seguida, chegarmos ao final do dia nos perguntando por que nunca conseguimos terminar nada que começamos.

Há também um meio famoso de gastarmos o nosso tempo: nos distraindo aqui e ali. Você tem um objetivo, quer ter o jantar pronto a tal hora, e assim começa a prepará-lo, mas de repente, sente vontade de saber se alguém postou algo novo no Facebook e diz a si mesma: "só vou checar por um ou dois minutos". É nessa hora que o seu jantar não fica pronto a tempo e você acaba fazendo tudo o que não estava em sua lista de afazeres diários.

Ser desorganizada com o tempo pode ser muito desconcertante para você e para outras pessoas ao seu redor. Passa uma impressão de imaturidade e irresponsabilidade, como se houvesse uma placa no alto da sua cabeça dizendo:

"NÃO CONFIE MUITO EM MIM, PROVAVELMENTE NÃO VOU CONSEGUIR TERMINAR A TEMPO, A PROPÓSITO TALVEZ EU NEM CHEGUE A FAZER TAL COISA".

Isso pode ser bastante desagradável, então anote essa dica de etiqueta: se esforce para ser organizada, especialmente para o seu próprio benefício. Você pode fazer muito mais do que faz e, consequentemente, ir muito além de onde já chegou.
segunda-feira, 2 de maio de 2011

Eu acho que nunca vou esquecer o dia 17 de abril de 2011. Foi a primeira vez na minha vida que eu vivenciei algo dessa natureza. Milhões de pessoas, de todos os estilos de vida, em todo o mundo, unidas em uma só fé e um porém: o Espírito Santo.



Eu estava lá, no topo do Cenáculo, onde os bispos e pastores oraram e abençoaram o mundo através de uma tela de computador. Foi um momento único na minha vida, fazer parte de um acontecimento incrível na vida de tantas pessoas em todo o mundo. Se estávamos felizes de presenciar tudo isso, imagine Deus!






Soldados e turistas passavam, e olhavam com estranheza, alguns até riam de nós. Mas nós não estavámos nos importando com nada! O sol estava muito quente, queimou nossas cabeças, não havia quase nenhuma sombra, e ainda assim, nós sequer notamos isso. Tirei meus saltos altos (sim, eu cometi o erro de usá-los, porque eu queria aparentar o meu melhor naquele dia) e os meus pés queimaram, e eu não senti nada. Estávamos suando, mas havia muita alegria, a presença de Deus era tão forte, nada mais físico importava naquele dia.




Esta foi de longe a melhor campanha de fé que eu já participei. Estávamos muito mais conscientes das coisas de Deus durante esses 21 dias, que agora que o propósito acabou, ainda estamos colhendo os frutos! Estamos muito mais focados, muito menos distraídos, muito mais atentos e, definitivamente, mais espirituais.



Vamos aprender a lição não é? Vamos investir o nosso tempo nas coisas de Deus - que trazem o melhor de nós...
  • Pensar nEle com mais frequência e não só quando precisamos
  • Usar nossos olhos e ouvidos espirituais com mais frequência, e não apenas quando nos disserem para fazê-lo
  • Arranjar tempo para estar na Presença de Deus no meio do dia, especialmente quando estamos super ocupados.
  • Se livrar de todo o tipo de distração que pode comprometer o pouco tempo que tempos para fazer o que foi citado acima.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Compartilhe

Dicas de Fashion

Por E-mail

Busque

Carregando...

Facebook

Twitter

Populares

Recomendo

Arquivo

Seguidores

Tags

casamento (92) pessoal (83) comportamento (78) relacionamento (65) (64) espiritual (49) marido (46) amor (40) namoro (39) beleza (35) esposa (34) amizade (32) sisterhood (32) video (32) família (30) mãe (26) obra de Deus (26) aparência (25) pecado (23) pastor (22) pai (18) Amor em ruínas (17) moda (15) mudança (15) musica (15) visual (15) demonio (14) mulher-V (14) filhos (13) novo nascimento (13) homem (12) organização (12) emoção (11) roupa (11) agradável (10) dar (10) discrição (10) erros (10) solidão (10) almas (9) confiança (9) esposa de pastor (9) etiqueta (9) timidez (9) depressão (8) dieta (8) divorcio (8) fofoca (8) morte (8) noivado (8) sexo (8) sucesso (8) jovem (7) perseguição (7) coisas de mulher (6) intimidade (6) romance (6) filme (5)