segunda-feira, 7 de março de 2011

Honestamente, é triste ver isso. A pessoa está falando e falando, e todos ao seu redor estão apenas esperando ela parar para respirar. Sua necessidade de ser o centro das atenções a cada minuto do dia estraga a maioria de seus relacionamentos. As pessoas se cansam dela facilmente e, ao invés de fazer algumas mudanças drásticas em suas habilidades sociais, ela apenas os culpa por não serem amigos verdadeiros.


Ela pode pensar que está agradando a si própria, mas sofre de uma tremenda falta de etiqueta. Ter etiqueta é ser agradável aos outros em primeiro plano. Isso significa que você precisa se concentrar nas pessoas ao seu redor com mais freqüência.


Quando você for falar, tenha um motivo para tal. Se não há nenhum motivo, não fale. É cansativo ouvir alguém se vangloriar, fazer fofoca dos outros, ou simplesmente falar coisas sem nexo.


Quando você postar uma foto sua no Facebook, tenha motivo para fazer isso. Expresse algo através daquela imagem, caso contrário a mesma estará dizendo: "Eu me amo e me acho muito bonita".


Quando você tira fotos, tenha um motivo também para fazê-lo. Para alguns isso é um hobby, para outros é uma forma de manter as memórias e, infelizmente para outros, é uma maneira de se mostrar. Dona Etiqueta vira as costas para este último.

A decepção vem como um tapa no seu rosto.


Primeiro, você fica chocada. Sua mente vagueia por todos os lugares, nada faz sentido e a confusão se apodera de você. Daí você fica triste. Uma tristeza profunda fere o seu coração, dilacerando-o lenta e dolorosamente. Dali surge a ira como um chefe mandão, sugerindo um retorno de todos os tipos de comportamentos emocionais. Você está chateada. Você quer fazer justiça com as suas próprias mãos, dar o troco, derrubar a casa. E então, como se isso não bastasse, um pensamento de acusação vem à tona enchê-la de culpa e desespero.


Perdi a conta de quantas vezes me senti assim. É uma sensação horrível e não importa quantos amigos tenha e apoio que receba da parte deles, nada é suficiente, até que finalmente entregue tudo a Deus. O problema é que isso nunca é feito no tempo certo. É como se você precisasse ser fiel à sua natureza humana de ter que passar por todas as emoções ao longo do caminho.


Estes passos podem ajudar:


  1. Reconheça que não foi você quem causou a decepção. Portanto, se há alguém que deveria estar chorando e sofrendo, é a outra parte.
  2. Olhe para o copo meio cheio ao invés de meio vazio. Senão fosse pela decepção, você não iria saber com quem estava lidando, e uma decepção ainda maior certamente viria em seguida. Você está sendo poupada do pior.
  3. Deixe para lá. Manter todas as lembranças que a levaram à decepção só tornará as coisas ainda mais difíceis. Para de investigar o que mais aconteceu, você está muito machucada para fazer isso.
  4. Não é culpa sua seguir em frente. Não, você não tem que se sentir triste ou mostrar aos outros que ainda está. Você ainda pode se reerguer e se concentrar no futuro.
  5. Confie em Deus. Ele nunca irá decepcioná-la. Sendo assim, agarre-se a Ele e acredite que Ele vai cuidar de você de agora em diante.




domingo, 6 de março de 2011
Jessica Freitas deixou um novo comentário sobre a sua postagem "A manutenção de uma mulher": 

Nossa dona, esse post falou forte comigo, sabe. Não em relação a vida sentimental exatamente, mas à necessidade de atenção e de querer ser valorizada. Sabe, eu nunca gostei de realizar serviços domésticos - uggg! - odiava! Isso sempre foi uma causa de conflitos aqui em casa. 

Entretanto, nesse último mês - principalmente por causa das tarefas do Sisterhood - eu tenho mudado. Me sinto uma doméstica, sabe? (rsrs) Limpo, lavo, cozinho e tooooda essa história. Melhorei muito, e vejo a mudança em mim e sei que meu pais estão vendo também.

Porém, é irritante, mas, nossa, tudo isso esta sendo um grande sacrificio para mim, mas meus pais tratam como se fosse nada, sabe? Como minhas aulas ainda não voltaram, eu fico o dia todo em casa, e tenho feito o meu melhor aqui, mas eles veem como se fosse só minha obrigação, e por isso, tudo o que faço nuuuuuunca esta bom o suficiente. É frustante. Ou melhor, "era".

Agora notei que Deus esta vendo a minha sinceridade, e me entende. Eu não pososo ficar exigindo ganhar uma "estrelinha" por qualquer trabalho feito - porque, aliás, é mesmo a minha obrigação. Tenho é que sufocar esse sentimentalismo, e continuar dando o meu melhor - contando é claro com toooodo o amor que Jesus me dá sempre que estou carente. Depender Dele, e só Dele.

Que Deus a abençõa D. Cris! Muito, muito muito! 
sexta-feira, 4 de março de 2011

A escola foi parte de uma tarefa diária que eu tive que suportar durante a minha infância e adolescência. Eu mal podia esperar para que isso acabasse de vez, e fico feliz dos meus pais não terem me pressionado nesse sentido. Foi bom, me fez pensar mais, concluir e resolver os problemas. E porque eu temia a Deus, me saí até que muito bem. Eu nunca fui a melhor aluna da classe, mas era melhor que a média.


A escola foi praticamente o meu contato com o mundo exterior. Eu tinha todas as razões para ficar contente de ir à escola, mas não ficava.


Na maioria das vezes, me mantinha entre quatro paredes. Ia de casa para a igreja, da igreja para casa, e de vez em quando, ia às compras. Para você ter uma idéia de como eu estava acostumada a ficar entre quatro paredes, às vezes minha mãe me pedia para ir apanhar o leite do outro lado da loja, e quando eu voltava para onde eu a tinha visto da última vez, entrava em pânico se ela não estivesse mais lá. Tanto que, a encontrava dali a 5,10 minutos com os olhos marejados de lágrimas.


Alguém poderia pensar que a escola seria uma boa maneira para eu sair da barra da saia da mamãe, mas no meu caso não foi.


O período escolar foi para mim como uma viagem à vida selvagem e perigosa que eu não queria ter. Eu era uma estranha para a minha classe, mas eles é que eram os estranhos para mim. Eu me sentia melhor quando estava em casa, com minha família, aproveitando as coisas básicas da vida ... desenhando, brincando com a minha boneca Barbie, assistindo desenhos animados, brincando na banheira, tocando piano, e andando de bicicleta. Meus dias nunca foram chatos.


Por alguma razão, os jovens de hoje são ansiosos para estar lá fora descobrindo o mundo por eles mesmos, cometendo seus próprios erros e desperdiçando seu tempo com coisas que nunca fez nenhum de seus amigos felizes. Eles até podem ler este post e pensar que eu era uma garota estranha, à moda antiga, que não sabia nada. Por mim tudo bem. Meu jeito menina antiquada funcionou muito bem para mim.


Se eu pudesse voltar àquelas dias, eu faria tudo igual novamente. Agora, pergunte às pessoas ao redor que fizeram o oposto do que eu fiz e veja quem dirá o mesmo.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Esta história é publicada neste blog toda quarta-feira e algumas de vocês a têm apreciado, o que me deixa muito feliz...

Eu a escrevi em 2006 e, infelizmente, cheguei ao fim do que tinha começado... não é que eu não quero continuá-la, mas primeiro gostaria de saber o que você acha que deve acontecer com Lynn e Carl?

Nós vamos ter que alterar o título desta “pequena história" caso contrário, em breve chegaremos ao capítulo 120 :)

terça-feira, 1 de março de 2011

"Não sei dirigir, você pode me levar ao supermercado, por favor?"

"Não falo Inglês, você pode ir comigo ao médico e ser intérprete na minha consulta?"

"Não sei como usar o computador, você pode abrir uma conta de e-mail para mim?"

Hoje, esses talentos não são opcionais, mas necessários. Se você quer ser agradável precisa aprender a conviver neste mundo moderno e ser independente em alguns aspectos. Quando você costuma depender dos outros, muitas vezes pode se tornar importuna também.

Uma das coisas que me faz feliz é ser independente na maneira de me vestir e cuidar da minha aparência. Aprendi qual estilo de roupa fica bem para o meu tipo de corpo e também como fazer meu cabelo, sobrancelhas, maquiagem e unhas. Não preciso de um estilista para saber o que usar nos dias de hoje, uso o que gosto.

Quando você é independente das outras pessoas e das opiniões delas é como se você tivesse chegado onde deveria estar. Você se torna uma pessoa confiante.

Às vezes recebo comentários desagradáveis aqui no meu blog e em outros lugares e, sabe de uma coisa? Não me importo de forma alguma sobre o que as pessoas pensam de mim ou de minha família. Me encontrei quando encontrei com Deus. Não preciso de popularidade ou aprovação de ninguém para me sentir aprovada.

Esforce-se para ser independente e você saberá exatamente o que quero dizer. Ninguém pode derrubá-la e nada pode impedi-la de crescer e fazer mais para Deus.
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