domingo, 7 de fevereiro de 2010
O momento finalmente chegou. Eu demorei, provavelmente de propósito, minha graduação da adolescência para a fase adulta.
Muitas vezes nós atrasamos algo porque estamos com medo de uma nova mudança ou porque nos sentimos confortáveis vivendo de determinada maneira. Eu pedi e orei a Deus para me transformar numa mulher de Deus. E me sentia diferente por dentro, mas por fora ainda parecia uma adolescente. Eu estava acostumada a me vestir confortavelmente e de forma prática. O que me importava era o que havia dentro de mim. Na minha cabeça, mudar minha aparência por fora significaria que eu me calava e só me preocupava com meu visual; que eu seria rude e vaidosa olhando para as pessoas com ar de superioridade. Eu não queria me tornar isso, então eu prorroguei esta transição. Estava acostumada a me vestir de certa maneira. Quando vem uma mudança é desconfortável.
Como diz o ditado: "Loucura é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes." Eu estava orando a Deus para me tornar uma mulher de Deus enquanto esta ainda sendo uma adolescente. Eu queria o conforto de ser como eu queria, mas ainda me tornar algo mais.
Algo tem que acontecer!
Muitas vezes nós atrasamos algo porque estamos com medo de uma nova mudança ou porque nos sentimos confortáveis vivendo de determinada maneira. Eu pedi e orei a Deus para me transformar numa mulher de Deus. E me sentia diferente por dentro, mas por fora ainda parecia uma adolescente. Eu estava acostumada a me vestir confortavelmente e de forma prática. O que me importava era o que havia dentro de mim. Na minha cabeça, mudar minha aparência por fora significaria que eu me calava e só me preocupava com meu visual; que eu seria rude e vaidosa olhando para as pessoas com ar de superioridade. Eu não queria me tornar isso, então eu prorroguei esta transição. Estava acostumada a me vestir de certa maneira. Quando vem uma mudança é desconfortável.
Como diz o ditado: "Loucura é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes." Eu estava orando a Deus para me tornar uma mulher de Deus enquanto esta ainda sendo uma adolescente. Eu queria o conforto de ser como eu queria, mas ainda me tornar algo mais.
Algo tem que acontecer!
Sulma Figueroa, Houston Texas
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Passamos dois anos sem um lugar próprio para fazermos nossas reuniões em inglês. Era difícil ver as pessoas virem até nossa porta e nos julgar pela aparência. Alguns ultrapassaram a aparência e ficaram, creram, e foram abençoados, mas estes eram minoria.
Todos os dias eu lembrava Deus sobre o por que Ele nos trouxe a Houston. Se não fosse em oração, era através dos meus pensamentos. Viemos aqui para fazer a diferença nas vidas das pessoas, especialmente aquelas que professam a fé, mas ainda não sabem como vivê-la. Por que está demorando tanto?
Programas de tevê quatro vezes por semana, tarde da noite, que muitas vezes nos faziam ficar acordados até 3hs da manhã. Evangelismo todos os dias nas ruas, muitas vezes na chuva, outras sob o sol escaldante de Houston.
Os telefonemas, as visitas, os eventos, as orações "drive-thru", os cursos de casamento e as atividades Grupo Jovem eram apenas alguns dos caminhos que usamos para alcançar as pessoas; de ir onde ninguém vai. Nós trabalhamos duro, apesar de que tenho certeza que podemos trabalhar ainda mais duro para o Reino de Deus, mas tudo nos levou àquele específico dia, este momento tão especial da igreja em Houston: Nossa Grande Inauguração.
Nossa Área Infantil ficará sob a responsabilidade de esposas de pastores, que pensarão em cada mínimo detalhe que nossas crianças precisam para crescer na fé. Nosso Grupo Jovem terá sua própria sala e tenho a sensação de que será a melhor de Houston!
Esta é só a ponta do iceberg. É uma enorme montanha e eu mal posso esperar para escalá-la!
Esta é só a ponta do iceberg. É uma enorme montanha e eu mal posso esperar para escalá-la!
Convidamos a todos a estarem conosco este domingo, dia 7 de fevereiro, às 10hs na 7075 Southwest Freeway.
Gostaria de agradecer o seus posts e o livro. Posso dizer que foi o seu livro e a biografia do bp. Macedo que me "levaram" à IURD. Quer dizer, foram um complemento, pois minha mãe lutou por mim uns 3 anos, já que eu, havia me afastado de Jesus.
Bem, de primeira, como sempre gostei de ler, todos os domingos que ela chegava da igreja, deixava o jornal na mesa da cozinha. Certo domingo, um artigo me chamou atenção (eu não lia todos) se me recordo bem era "Sonhos sem sentido" foi incrível, minha história estampada naquela pagina, fiquei tão impressionada que o guardei.
Sabe, eu nunca pensei que alguém se importasse tanto comigo, e quantas vezes fui enganada pelo meu coração, pois eu já conhecia aquele versículo "O coração é desesperadamente corrupto" e me deixei levar, foi tão ruim!
Imagine, com 14 anos ficar bêbada e beijar sua amiga! Após o incidente, você se ve sozinha... e ainda mais, ficar o dia todo na internet! um mundo dentro da sua casa e nada poder aproveitar de bom, só mais cargas e cargas. Eu provei um pouco do mundo e não gostei nada.
No meio de 2007 voltei pra igreja, mas onde eu estava, sinceramente, era mais amor que fé por mais que fosse bom, eu não me imaginava como "crente" sempre tive aversão a esta palavra, pois existem esteriotipos. Aí eu comecei a sair (shopping) e fiquei com alguns rapazes, mas meu lugar não era aquele, Deus não me queria naquele meio.
No começo de 2008, resolvi conhecer o domingo na IURD, gostei e falou muito comigo. E, a primeira coisa que eu perguntei a uma obreira era se ela tinha o livro do Bp. pra me emprestar ou me vender, ela disse que me daria. Poxaaaaaaaaa, fiquei tão feliz. Eu via o programa na tv, sempre achei os pastores muito educados e minha mãe sempre falou bem deles. Depois, ganhei o "Melhor do que comprar sapatos", bem, pra mim, era livro de patricinha (olha só!) mas, o conteúdo... totalmente dirigido por Deus.
Fiquei bem, mas a história é meio longa.. acabei voltando com algumas amizades, não fiz coisa errada, mas dei brecha pro diabo... (fiquei sem orar, ficava na net de bobeira, etc etc) Mesmo dentro da IURD, me deparei com os lobos. Ingenuidade minha, e por estar mal espiritualmente, pedia conselhos a um obreiro (está fora da obra atualmente, deixo claro) e ele disse que tava gostando de mim.. credo, até eu achei estranho... enfim.. 2009 foi um ano que eu tentei me reerguer. Consegui, estou aqui.
Se eu estou de pé hoje, é pq Deus me segurou.. não foi fácil.. eu lia o seu livro quase o dia todo, os posts tb e chorava muito. A história é realmente MUITO longa, mas é um pedacinho de testemunho... apesar de não ser ainda obreira, admiro muito o trabalho dos pastores, e vou continuar admirando e orando por vcs, sinceramente.
DESCULPAAA ficou enorme isso daqui! Se quiser nem precisa responder, pq tenho certeza q a sra lê
Depois vou fazer um desenho da sra e te mandar, ok? (é um dos meu hobbies hihi) Muuuito obrigada por ler até aqui... ^__^
na fé!
Bem, de primeira, como sempre gostei de ler, todos os domingos que ela chegava da igreja, deixava o jornal na mesa da cozinha. Certo domingo, um artigo me chamou atenção (eu não lia todos) se me recordo bem era "Sonhos sem sentido" foi incrível, minha história estampada naquela pagina, fiquei tão impressionada que o guardei.
Sabe, eu nunca pensei que alguém se importasse tanto comigo, e quantas vezes fui enganada pelo meu coração, pois eu já conhecia aquele versículo "O coração é desesperadamente corrupto" e me deixei levar, foi tão ruim!
Imagine, com 14 anos ficar bêbada e beijar sua amiga! Após o incidente, você se ve sozinha... e ainda mais, ficar o dia todo na internet! um mundo dentro da sua casa e nada poder aproveitar de bom, só mais cargas e cargas. Eu provei um pouco do mundo e não gostei nada.
No meio de 2007 voltei pra igreja, mas onde eu estava, sinceramente, era mais amor que fé por mais que fosse bom, eu não me imaginava como "crente" sempre tive aversão a esta palavra, pois existem esteriotipos. Aí eu comecei a sair (shopping) e fiquei com alguns rapazes, mas meu lugar não era aquele, Deus não me queria naquele meio.
No começo de 2008, resolvi conhecer o domingo na IURD, gostei e falou muito comigo. E, a primeira coisa que eu perguntei a uma obreira era se ela tinha o livro do Bp. pra me emprestar ou me vender, ela disse que me daria. Poxaaaaaaaaa, fiquei tão feliz. Eu via o programa na tv, sempre achei os pastores muito educados e minha mãe sempre falou bem deles. Depois, ganhei o "Melhor do que comprar sapatos", bem, pra mim, era livro de patricinha (olha só!) mas, o conteúdo... totalmente dirigido por Deus.
Fiquei bem, mas a história é meio longa.. acabei voltando com algumas amizades, não fiz coisa errada, mas dei brecha pro diabo... (fiquei sem orar, ficava na net de bobeira, etc etc) Mesmo dentro da IURD, me deparei com os lobos. Ingenuidade minha, e por estar mal espiritualmente, pedia conselhos a um obreiro (está fora da obra atualmente, deixo claro) e ele disse que tava gostando de mim.. credo, até eu achei estranho... enfim.. 2009 foi um ano que eu tentei me reerguer. Consegui, estou aqui.
Se eu estou de pé hoje, é pq Deus me segurou.. não foi fácil.. eu lia o seu livro quase o dia todo, os posts tb e chorava muito. A história é realmente MUITO longa, mas é um pedacinho de testemunho... apesar de não ser ainda obreira, admiro muito o trabalho dos pastores, e vou continuar admirando e orando por vcs, sinceramente.
DESCULPAAA ficou enorme isso daqui! Se quiser nem precisa responder, pq tenho certeza q a sra lê
Depois vou fazer um desenho da sra e te mandar, ok? (é um dos meu hobbies hihi) Muuuito obrigada por ler até aqui... ^__^
na fé!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Ela nasceu em uma grande família que tinha tudo que qualquer família podia querer. Um casamento feliz, crianças que se amavam e respeitavam os pais, e Deus. Então, um dia, seu pai foi à falência e todo o luxo que ela tinha quando estava crescendo se desvaneceu. Agora ela estava na luta, assim como a maioria das jovens mulheres de sua cidade. Ela se firmou na fé, assim como seus pais fizeram. Eles se apegaram ao Deus que eles sempre conheceram como sendo fiel mesmo em meio às tribulações.
Um dia, ela encontrou alguém. Um rapaz que parecia ter todas as qualidades que ela queria em um marido. Ele era bonito, inteligente, popular com a família dela e na igreja, e bastante charmoso. Eles namoraram por um longo tempo e até ficaram noivos. Mas algo não estava certo e Ester não saber o quê. No dia em que ela descobriu que ele a havia traído com outra mulher, ela terminou tudo. Foi difícil, principalmente porque ele se arrependeu inúmeras vezes, implorou para que ela o perdoasse e deu a ela a desculpa-abaixo-da-cintura de que errar é humano.

Ester o amava, mas decidiu ir contra seu coração e esperar pelo homem que Deus havia preparado para ela. Uma de suas irmãs já havia se casado, e ela...continuou na companhia de seus pais por enquanto.
Todo domingo de manhã, ela notava um rapaz magrinho na igreja que, por alguma razão, começou a lhe chamar a atenção. Todas as vezes que o pastor chamava as pessoas à frente para entregarem suas vidas a Deus, ele levantava a mão e ela sentia piedade... "Quando vai ser que este rapaz vai se firmar com Deus?"
Alguns meses depois, ela soube que aquele rapaz magrinho dava aulas de Matemática e como ela estava tentando passar nas provas de Matemática com muito esforço, ela se aproximou dele pedindo ajuda, e algo estranho aconteceu naquele dia. Aquele jovem rapaz agiu como se ele a estivesse esperando havia muito tempo.

Eles combinaram o dia e hora para se encontrarem depois daquele primeiro encontro. Ele pareceu feliz por ter organizado isso e ela não entendeu por quê.
O dia chegou e Ester ficou ansiosa por finalmente obter controle sobre aquela matéria chata... Eles se cumprimentaram e, em seguida ele teve a audácia de segurar a sua mão...
"O que você está fazendo?"
"Segurando sua mão!"
E, com isso, ele conquistou o coração de Ester.
Esta é a história de como meus pais se conheceram. Eles se casaram 8 meses depois e têm sido a metade um do outro há 38 anos. Ela não era o tipo dele e ele não era o tipo dela. E daí? Eles combinaram perfeitamente!
Ela não só se tornou uma grande esposa, de quem meu pai não consegue ficar longe nem por um dia, mas também uma grande mãe, respeitada, adimirada e amada por seus filhos. Ela pode não ter uma coroa, mas é definitivamente uma rainha em nosso lar.
Um dia, ela encontrou alguém. Um rapaz que parecia ter todas as qualidades que ela queria em um marido. Ele era bonito, inteligente, popular com a família dela e na igreja, e bastante charmoso. Eles namoraram por um longo tempo e até ficaram noivos. Mas algo não estava certo e Ester não saber o quê. No dia em que ela descobriu que ele a havia traído com outra mulher, ela terminou tudo. Foi difícil, principalmente porque ele se arrependeu inúmeras vezes, implorou para que ela o perdoasse e deu a ela a desculpa-abaixo-da-cintura de que errar é humano.

Ester o amava, mas decidiu ir contra seu coração e esperar pelo homem que Deus havia preparado para ela. Uma de suas irmãs já havia se casado, e ela...continuou na companhia de seus pais por enquanto.
Todo domingo de manhã, ela notava um rapaz magrinho na igreja que, por alguma razão, começou a lhe chamar a atenção. Todas as vezes que o pastor chamava as pessoas à frente para entregarem suas vidas a Deus, ele levantava a mão e ela sentia piedade... "Quando vai ser que este rapaz vai se firmar com Deus?"
Alguns meses depois, ela soube que aquele rapaz magrinho dava aulas de Matemática e como ela estava tentando passar nas provas de Matemática com muito esforço, ela se aproximou dele pedindo ajuda, e algo estranho aconteceu naquele dia. Aquele jovem rapaz agiu como se ele a estivesse esperando havia muito tempo.

Eles combinaram o dia e hora para se encontrarem depois daquele primeiro encontro. Ele pareceu feliz por ter organizado isso e ela não entendeu por quê.
O dia chegou e Ester ficou ansiosa por finalmente obter controle sobre aquela matéria chata... Eles se cumprimentaram e, em seguida ele teve a audácia de segurar a sua mão...
"O que você está fazendo?"
"Segurando sua mão!"
E, com isso, ele conquistou o coração de Ester.
Esta é a história de como meus pais se conheceram. Eles se casaram 8 meses depois e têm sido a metade um do outro há 38 anos. Ela não era o tipo dele e ele não era o tipo dela. E daí? Eles combinaram perfeitamente!
Ela não só se tornou uma grande esposa, de quem meu pai não consegue ficar longe nem por um dia, mas também uma grande mãe, respeitada, adimirada e amada por seus filhos. Ela pode não ter uma coroa, mas é definitivamente uma rainha em nosso lar.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
A suave voz que atingiu direto meu coração e minha mente me diria isso constantemente. Como eu não pude compreender isso totalmente antes? Deus me falou isso através dos encontros, quando eu lia a Bíblia, mas, de alguma forma, isso nunca teve o mesmo impacto que nos últimos dois meses. Eu ia para o trabalho pensando que era tão esforçada. Eu sentia aquela convicção que me dizia para trabalhar com amor, para tentar agradar a Deus, mas eu trabalhava com negatividade e preocupada em não agradar a outros conforme fizesse minhas tarefas diárias.
Eu estava presa em um ciclo. Será que eu sempre compreendi o que Deus queria de mim? Ele não queria que eu fosse uma cientista espacial e ele não esperava que eu soubesse tudo. Tudo que Ele queria é que eu focasse nEle para tudo que eu fizesse. Onde estava o amor, a gratidão, a alegria de fazer a Obra de Deus? Sim, a Obra de Deus. Eu não sou uma funcionária, sou uma obreira. A ficha caiu.
Espere um minuto. Ainda não acabou. Passei por momentos difíceis em meu local de trabalho. Num primeiro momento, eu queria ser negativa, mas o resultado foi diferente desta vez. Eu me humilhei perante Deus e Ele me revelou o que eu precisava mudar. Fiquei feliz por ter passado por aquilo. Deus me mostrou uma fraqueza minha que estava roubando minhas oportunidades de glorificá-Lo. A perspectiva era diferente.
No entanto, eu ainda não estava totalmente ciente da importância de fazer o que eu faço: gravar testemunhos de pessoas que tiveram a vida transformada por Deus, editando programas de televisão que levam muitas almas a Jesus. Então, me veio um comentário negativo. O diabo provavelmente pensou: "Isso certamente a levará de volta ao começo. Este comentário ficou me remoendo e me fez sentir como se houvesse muitas razões para que eu fosse demitida do meu trabalho. Graças a Deus estamos na campanha da Humilhação na Igreja, e foi exatamente o que eu fiz. O mais interessante é que Deus me confirmou que eu tinha muitas razões para ser demitida, mas que Ele me queria lá. Eu não estava lá porque merecia, ou porque era esforçada, ou porque tinha qualquer qualificação especial, ou porque alguém foi muito bom comigo. Eu estava lá por causa da misericórdia dEle, porque Ele queria. Todos que trabalham para Ele são escolhidos por Ele.
A ficha caiu novamente. Eu percebi que não merecia a posição que me foi dada. Minhas tarefas se tornaram tão preciosas para mim. Imagino como o diabo deve se sentir com este resultado agora.
Algo a mais:
Antes, eu sempre iria encontrar uma razão para reclamar. Se eu não conseguisse o que queria, quando e como eu queria, era suficiente para que eu bradasse para Deus: "Por quê?" Eu Lhe dizia: "O Senhor não está cuidando de mim." Eu o insultaria desta maneira. No entando, desde a nossa primeira reunião da Sisterhood, meus olhos se abriram para ver o amor de Deus por mim e a minha volta. Quanto mais eu podia ver Seu amor em pequenos acontecimentos ao meu redor, mais convicção eu tinha para amar e perdoar também. Eu aprendi a confiar nEle, que Ele sabe e quer o melhor para mim. Eu sabia que estava mais próxima dEle do que antes. Conforme eu conversava com minha Big Sister sobre isso e depois de ler o livro Redeeming Love (sem versão em português), mais eu percebia quanto Ele me ama e também aos que estão a minha volta. Tudo que eu faço, faço para Jesus. Não sou perfeita. Eu tenho muitas falhas, mas Ele me ama exatamente assim, e Ele vai cuidar destas falhas para mim. Enquanto eu viver, vou viver para Ele, para agradá-Lo, servi-Lo e amar os que estão a minha volta como Ele quer que eu faça.
Eu estava presa em um ciclo. Será que eu sempre compreendi o que Deus queria de mim? Ele não queria que eu fosse uma cientista espacial e ele não esperava que eu soubesse tudo. Tudo que Ele queria é que eu focasse nEle para tudo que eu fizesse. Onde estava o amor, a gratidão, a alegria de fazer a Obra de Deus? Sim, a Obra de Deus. Eu não sou uma funcionária, sou uma obreira. A ficha caiu.
Espere um minuto. Ainda não acabou. Passei por momentos difíceis em meu local de trabalho. Num primeiro momento, eu queria ser negativa, mas o resultado foi diferente desta vez. Eu me humilhei perante Deus e Ele me revelou o que eu precisava mudar. Fiquei feliz por ter passado por aquilo. Deus me mostrou uma fraqueza minha que estava roubando minhas oportunidades de glorificá-Lo. A perspectiva era diferente.
No entanto, eu ainda não estava totalmente ciente da importância de fazer o que eu faço: gravar testemunhos de pessoas que tiveram a vida transformada por Deus, editando programas de televisão que levam muitas almas a Jesus. Então, me veio um comentário negativo. O diabo provavelmente pensou: "Isso certamente a levará de volta ao começo. Este comentário ficou me remoendo e me fez sentir como se houvesse muitas razões para que eu fosse demitida do meu trabalho. Graças a Deus estamos na campanha da Humilhação na Igreja, e foi exatamente o que eu fiz. O mais interessante é que Deus me confirmou que eu tinha muitas razões para ser demitida, mas que Ele me queria lá. Eu não estava lá porque merecia, ou porque era esforçada, ou porque tinha qualquer qualificação especial, ou porque alguém foi muito bom comigo. Eu estava lá por causa da misericórdia dEle, porque Ele queria. Todos que trabalham para Ele são escolhidos por Ele.
A ficha caiu novamente. Eu percebi que não merecia a posição que me foi dada. Minhas tarefas se tornaram tão preciosas para mim. Imagino como o diabo deve se sentir com este resultado agora.
Algo a mais:
Antes, eu sempre iria encontrar uma razão para reclamar. Se eu não conseguisse o que queria, quando e como eu queria, era suficiente para que eu bradasse para Deus: "Por quê?" Eu Lhe dizia: "O Senhor não está cuidando de mim." Eu o insultaria desta maneira. No entando, desde a nossa primeira reunião da Sisterhood, meus olhos se abriram para ver o amor de Deus por mim e a minha volta. Quanto mais eu podia ver Seu amor em pequenos acontecimentos ao meu redor, mais convicção eu tinha para amar e perdoar também. Eu aprendi a confiar nEle, que Ele sabe e quer o melhor para mim. Eu sabia que estava mais próxima dEle do que antes. Conforme eu conversava com minha Big Sister sobre isso e depois de ler o livro Redeeming Love (sem versão em português), mais eu percebia quanto Ele me ama e também aos que estão a minha volta. Tudo que eu faço, faço para Jesus. Não sou perfeita. Eu tenho muitas falhas, mas Ele me ama exatamente assim, e Ele vai cuidar destas falhas para mim. Enquanto eu viver, vou viver para Ele, para agradá-Lo, servi-Lo e amar os que estão a minha volta como Ele quer que eu faça.
Divya Verma, Houston Texas
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
O repórter perguntou: "O que é o céu para você?" E aquela famosa celebridade respondeu: "É estar com minha família."
Eu fiquei me perguntando: "E se sua família se desfizer? E se seu marido te trocar por outra mulher? E se seu filho morrer ainda jovem? E se você for colocada em um asilo se seus filhos não quiserem tomar conta de você quando ficar velha? E se você adoecer e tiver que ficar na cama de um hospital? Para onde vai seu céu?"
Para muitos, tudo que eles pensavam ser o "céu" foi por água abaixo. Então, eles vivem vidas amargas, não porque não se importem com mais ninguém, mas porque a vida lhes deu uma dura lição: você está por sua conta.
E eles estão certos. A partir do momento que você pensa que o céu depende de outros, você está mesmo por sua conta.
Quando eu penso na palavra "céu", imediatamente penso que se eu tomar as decisões certas hoje,
e perseverar nelas até o fim, eu chegarei lá. É meu maior e principal objetivo na vida. Não depende de mais ninguém além de mim. Minha família é ótima, mas eles não podem me fazer chegar lá. Meus amigos e a igreja são ótimos, mas eles também não podem me fazer chegar lá. Então, por que vou depender deles para chegar lá? Por que esperarei neles para chegar lá?
As pessoas frequentemente abandonam a fé em Deus porque alguém as desapontou e elas dizem: "Não posso confiar em mais ninguém", "Eu tenho que tolerar muita injustiça", "Prefiro ficar por minha conta" e, então, elas param de usar a fé.
É como se elas estivessem dizendo: "Eu só vou atingir meu objetivo final na vida se pessoas trabalharem comigo, se as coisas acontecerem como eu planejei, e se eu navegar pela vida num mar de rosas. Se não for dessa forma, prefiro não ter um objetivo; prefiro desistir."
O céu não deve ser sua família, seus amigos, sua igreja, sua carreira, seu visual ou seu sucesso. Se você insistir em fazer dessas coisas o seu céu, você VAI se desapontar. Almeje mais alto. Almeje o verdadeiro céu que só pode ser alcançado no final, quando você tiver terminado sua jornada. Até lá, você VAI precisar ser neutra e ignorar uma série de coisas, e manter o foco no objetivo real, no objetivo final.
Reconheça o que o céu realmente significa e almeje-o, custe o que custar.
Eu fiquei me perguntando: "E se sua família se desfizer? E se seu marido te trocar por outra mulher? E se seu filho morrer ainda jovem? E se você for colocada em um asilo se seus filhos não quiserem tomar conta de você quando ficar velha? E se você adoecer e tiver que ficar na cama de um hospital? Para onde vai seu céu?"
Para muitos, tudo que eles pensavam ser o "céu" foi por água abaixo. Então, eles vivem vidas amargas, não porque não se importem com mais ninguém, mas porque a vida lhes deu uma dura lição: você está por sua conta.
E eles estão certos. A partir do momento que você pensa que o céu depende de outros, você está mesmo por sua conta.
Quando eu penso na palavra "céu", imediatamente penso que se eu tomar as decisões certas hoje,
e perseverar nelas até o fim, eu chegarei lá. É meu maior e principal objetivo na vida. Não depende de mais ninguém além de mim. Minha família é ótima, mas eles não podem me fazer chegar lá. Meus amigos e a igreja são ótimos, mas eles também não podem me fazer chegar lá. Então, por que vou depender deles para chegar lá? Por que esperarei neles para chegar lá?
As pessoas frequentemente abandonam a fé em Deus porque alguém as desapontou e elas dizem: "Não posso confiar em mais ninguém", "Eu tenho que tolerar muita injustiça", "Prefiro ficar por minha conta" e, então, elas param de usar a fé.
É como se elas estivessem dizendo: "Eu só vou atingir meu objetivo final na vida se pessoas trabalharem comigo, se as coisas acontecerem como eu planejei, e se eu navegar pela vida num mar de rosas. Se não for dessa forma, prefiro não ter um objetivo; prefiro desistir."
O céu não deve ser sua família, seus amigos, sua igreja, sua carreira, seu visual ou seu sucesso. Se você insistir em fazer dessas coisas o seu céu, você VAI se desapontar. Almeje mais alto. Almeje o verdadeiro céu que só pode ser alcançado no final, quando você tiver terminado sua jornada. Até lá, você VAI precisar ser neutra e ignorar uma série de coisas, e manter o foco no objetivo real, no objetivo final.
Reconheça o que o céu realmente significa e almeje-o, custe o que custar.
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